Cataratas: causas, sintomas e tratamento

Cataratas: causas, sintomas e tratamento

As pessoas que sofrem de cataratas têm a visão nublada, que dificulta mais a vida quanto mais avançada é o estado da opacidade. Esta desenvolve-se lentamente e podem passar vários anos sem se aperceber de nenhum sintoma nem perturbar a visão no início, mas com o passar dos tempos acaba por interferir e por impedir que realize as suas tarefas diárias.

Segundo a Organização Mundial da Saúde as cataratas são responsáveis por cerca de 50% dos casos de cegueira no mundo, e afectam perto de 20 milhões de pessoas.

10 Possíveis Causas

– Envelhecimento

– Sobre-exposição a raios ultravioleta como os raios solares, solários ou cabines de bronzeamento.

– Diabetes. Quando a doença não é controlada provoca alterações oculares que podem levar às cataratas.

– Doença no interior do olho tais como a glaucoma ou o descolamento da retina

– Uso prolongado de medicamentos esteróides

– Raios-X frequentes ou tratamentos direccionados na cabeça

– Histórico familiar, porque a tendência para desenvolver catarata pode ser herdada

– Vitrectomia, ou seja, a remoção do gel vítreo do olho, em pessoas com mais de 50 anos.

– Lesões oculares

– Cataratas à nascença 

Síntomas

Nem todo o tipo de cataratas prejudicam a visão ao ponto de afectarem o nosso dia-a-dia, mas para aquelas que o fazem, os sintomas mais comuns a que deve ter atenção são:

– Visão nublada ou confusa

– Visão com brilho de lâmpadas ou do sol

– Dificuldade excessiva em conduzir de noite devido ao brilho dos faróis

– Mudanças frequentes na prescrição dos óculos

– Visão a dobrar

– Melhoria da visão de perto que logo de seguida fica pior

– Dificuldade em realizar as tarefas diárias por causa da visão

Tratamento

A catarata não tem cura, mas caso seja tratada convenientemente, a pessoa pode restabelecer uma vida normal. Até à data, o único tratamento existente é a cirurgia. Na cirurgia de cataratas é realizada uma emulsificação do cristalino através de ultra-sons, ou seja, o núcleo é fragmentado e aspirado. Após a remoção do córtex e do núcleo do cristalino, substitui-se o cristalino por uma lente intra-ocular.

Hoje em dia é uma cirurgia comum e bastante segura, mas que apresenta ainda alguns riscos e complicações potenciais que devem ser consideradas.

Fonte: Reviver

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